Marcelo Cavalcante

Literatura

Recomendação Bibliográfica – O Símbolo Perdido

by kalib on Jul.27, 2010, under Impressões, Literatura

Saudações pessoal!

Que tal um pouco mais de leitura?

A recomendação bibliográfica deste mês se chama O Símbolo Perdido, o último lançamento de Dan Brown. Para quem não conhece, se é que alguém ainda não ouviu falar, Dan Brown é o escritor norte-americano que tornou-se mundialmente famoso depois das polêmicas geradas com o lançamento de seu best-seller O Código da Vinci.

Antes de O Código da Vinci o autor já havia escrito outros três excelentes livros que, por algum motivo, passaram um tanto quanto escondidos até as polêmicas do quarto livro que despertou interesse mundial em suas obras anteriores. Com isto, Dan Brown conseguiu um feito memorável ao ter seus 4 primeiros livros simultaneamente na lista de mais vendidos do The New York Times.

Em ordem cronológica, seus lançamentos foram:

* Fortaleza Digital – 1998
* Anjos e Demônios – 2000
* Ponto de Impacto – 2001
* O Código Da Vinci – 2003
* O Símbolo Perdido – 2009

Particularmente, acho as 3 obras anteriores melhores do que o próprio O Código da Vinci, o que não torna este último um livro ruim.

Sua última obra, intitulada O Sìmbolo Perdido, é mais uma aventura vivida pelo já conhecido personagem Robert Langdon, que também protagonizou Anjos e Demônios e O Código da Vinci.

Mantendo o tópico de assuntos místicos e de Ordens místicas, neste livro Robert Langdon é responsável por evitar que antigos segredos guardados pela Franco-Maçonaria caiam em mãos erradas, o que poderia despertar segredos e conhecimentos antigos inimagináveis que poderiam ser um mal à toda a humanidade.

Estou na metade do livro mas já posso recomendar sem sombra de dúvidas. Uma leitura agradável e pouco cansativa que nos prende do começo ao fim.

Segue sinopse retirada do site da livraria saraiva:

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Boa leitura…

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Recomendação bibliográfica do mês: A Bruxa de Portobello

by kalib on Jun.23, 2010, under Impressões, Literatura

Mais uma recomendação para preencher os horários de ócio…

Como diria um amigo meu, tenhamos um ócio produtivo.

A recomendação deste mês tem o título de A Bruxa de Portobello.

Este é o novo título do renomado Paulo Coelho. Para quem não o conhece, se é que isso é possível, ele é o autor brasileiro que mais vendeu livros fora do Brasil. Foi consagrado por ser o autor do primeiro livro que vendeu mais do que a própria bíblia. Um de seus livros, O Alquimista, foi consagrado por um influente jornal de Portugal como o livro em língua portuguesa mais vendido no mundo. O autor também ocupa desde 2002 a cadeira de número 21 na Academia Brasileira de Letras.

A história é sobre a vida de uma filha de ciganos chamada Sherine Khalil que foi adotada por um casal de libaneses. A mesma mudou-se com seus pais adotivos para Londres por conta de uma guerra civil que estava iniciando no Líbano por volta de 1974-1975. Em Londres seu pai consegue se restabelecer muito bem com a família ao mesmo tempo em que a menina cresce e é educada da melhor forma possível. Ao menos estes eram os planos de seus pais.

Athena, como passou a ser conhecida posteriormente, um dia decide largar a faculdade e ter um filho aos 19 anos. Por alguns conflitos entre o casal acabam separando-se e a mesma decide conhecer novos locais bem como uma nova forma de viver  por conta das dificuldades encontradas e da ausência de sentido em sua vida.

Durante estas viagens conhece pessoas que posteriormente tornam-se Mestres e Discípulos desta que acabou despertando conhecimentos sobre uma antiga tradição que remonta os tempos pagãos nos quais o culto religioso era voltado à uma Deusa chamada de Grande Mãe.

Após atrair muitos seguidores a mesma é caçada e apontada como bruxa e adoradora de Satanás. Após tentar defender o direito de exercer a sua, bem como a de muitos outros, liberdade de culto, Athena passa por inúmeras críticas e acusações inclusive judiciais.

O fato é que os poderes despertados nela e que por sua vez são passados aos seus seguidores acabam moldando e mudando a vida de todos que a cercam de formas inusitadas.

A história, ao invés de ser uma simples narrativa do autor, acontece em forma de relatos que partem de vários personagens que tiveram contato com Athena. Paulo Coelho optou por utilizar esta metodologia para evitar que ele escrevesse a SUA visão de Athena. Optou por relatar apenas a visão daqueles que tinham constante contato com a mesma.

Uma leitura agradável e nem um pouco cansativa.

Segue breve sinopse retirada do site da livraria Saraiva.

“A Bruxa de Portobello”, novo livro de Paulo Coelho, trata das injustiças cometidas pela Igreja no período da inquisição. Além disso, traça um paralelo com a sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso de nossas vidas.

Abraços!

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Recomendação Bibliográfica do mês: A Saga de Will

by kalib on Apr.16, 2010, under Impressões, Literatura

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Saudações!

Desta vez venho lhes recomendar uma obra de Cheyla Furtado, uma escritora de minha cidade, Fortaleza, cujo livro foi extremamente bem elogiado pela mídia local em seu lançamento.

Ao me deparar com ele em uma de minhas visitas à minha livraria favorita, fiquei bastante intrigado em relação ao que li na contra-capa. Porque não? Comprei e estou lendo o livro. Não me arrependi e com certeza não me arrependerei ao término do mesmo.

A Saga de Will , como se chama o livro, conta a história de um jovem que vive em Gaia e é convidado a conhecer um novo “mundo” onde, descobre ele, sua mãe viveu por muitos anos e desempenhou um papel de grande importância. As pessoas deste mundo, chamado Reino de Liz, são culturalmente diferentes por estudarem e darem atenção a assuntos que, por muitas vezes, são deixados de lado em nosso mundo como cultura, artes, ecologia, etc.

A leitura do livro é extremamente agradável para aqueles que gostam de filosofia e história, visto que o mesmo puxa muito para estes conhecimentos no decorrer e descrição dos fatos que envolvem personagens como Leonardo da Vinci, por exemplo. Além de filosofia e história, o livro acaba puxando bastante para o lado da ficção envolvendo magia e aspectos ligados a uma espécia de “viagem” entre as notas musicais como parte do trajeto até o Reino de Liz.

Segue uma breve sinopse da Obra retirada do site da livrariacultural:

‘A Saga de Will’ conta a história de um menino que mora em Gaia e, ao receber a visita de uma sibila chamada Ana, aceita o convite para viajar até o Reino de Liz, um reino mítico, dividido em sete terras, com personagens que definem papéis de cunho social, político, científico, filosófico e mágico. Primeiramente a viagem dá-se através das Notas Musicais onde as experiências vividas por Will, Ana e Felipe – o representante das Matas de Liz – são em análogo aos diferentes estágios da cognição do homem. Durante a viagem, as crianças interagem com o senhor Leonardo Da Vinci que lhes apresenta a história das artes visuais. O rio Lete – rio do esquecimento- separa o Reino de Liz, do Mundo de Mus que, em analogia a Alegoria da Caverna, de Platão, é o mundo das ideias inteligíveis. Nesse Mundo, William de Liz percebe que o Universo ordenado não mais o é ao molde primevo dos gregos e aprecia a desconstrução das artes através da filosofia moderna.’

Fica a recomendação. :p

Abraços!

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