Archive for 2010
Parabéns! Dia do Administrador de Redes e Sistemas
by kalib on Jul.30, 2010, under Impressões, cultura hacker

É isso aí…E você pensava que o cara da informática, escravo dos escravos, não tinha direito a nada a não ser trabalhar, eim?!Também temos o nosso dia.Parabéns a todos os Administradores de Redes e Sistemas. Hoje, última sexta-feira de julho é o SysAdminDay.
Você que é um usuário comum e que vive reclamando do pessoal de TI de sua empresa, aproveite este dia para lhes parabenizar pelo trabalho prestado seja durante o dia, noite e, porque não, madrugada.
No link do SysAdminDay existem maiores informações, fotos, vídeos dentre outras coisas interessantes em relação ao nosso trabalho.
Abraços!
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Recomendação Bibliográfica – O Símbolo Perdido
by kalib on Jul.27, 2010, under Impressões, Literatura

Saudações pessoal!
Que tal um pouco mais de leitura?
A recomendação bibliográfica deste mês se chama O Símbolo Perdido, o último lançamento de Dan Brown. Para quem não conhece, se é que alguém ainda não ouviu falar, Dan Brown é o escritor norte-americano que tornou-se mundialmente famoso depois das polêmicas geradas com o lançamento de seu best-seller O Código da Vinci.
Antes de O Código da Vinci o autor já havia escrito outros três excelentes livros que, por algum motivo, passaram um tanto quanto escondidos até as polêmicas do quarto livro que despertou interesse mundial em suas obras anteriores. Com isto, Dan Brown conseguiu um feito memorável ao ter seus 4 primeiros livros simultaneamente na lista de mais vendidos do The New York Times.
Em ordem cronológica, seus lançamentos foram:
* Fortaleza Digital – 1998
* Anjos e Demônios – 2000
* Ponto de Impacto – 2001
* O Código Da Vinci – 2003
* O Símbolo Perdido – 2009
Particularmente, acho as 3 obras anteriores melhores do que o próprio O Código da Vinci, o que não torna este último um livro ruim.
Sua última obra, intitulada O Sìmbolo Perdido, é mais uma aventura vivida pelo já conhecido personagem Robert Langdon, que também protagonizou Anjos e Demônios e O Código da Vinci.
Mantendo o tópico de assuntos místicos e de Ordens místicas, neste livro Robert Langdon é responsável por evitar que antigos segredos guardados pela Franco-Maçonaria caiam em mãos erradas, o que poderia despertar segredos e conhecimentos antigos inimagináveis que poderiam ser um mal à toda a humanidade.
Estou na metade do livro mas já posso recomendar sem sombra de dúvidas. Uma leitura agradável e pouco cansativa que nos prende do começo ao fim.
Segue sinopse retirada do site da livraria saraiva:
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.
Boa leitura…
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Que tal testar o Android em seu Linux?
by kalib on Jul.20, 2010, under Android, Impressões, Java, Linux, google, software livre
Se você é da área de tecnologia, com certeza já ouviu falar deste tal Android que vem ganhando cada vez mais notoriedade e mercado no mundo dos smartphones. Não ouviu falar? Sugiro que repense suas escolhas acadêmicas e/ou profissionais. Talvez não tenha feito a escolha certa. Atualize-se.
O fato é que o Android, como todos já sabemos, é um dos mais “populares” sistemas operacionais atuais para smartphones. Usei a palavra populares entre aspas pelo fato de ele ainda não ser muito utilizado, porém com certeza é muito citado. Desenvolvido inicialmente pela gigante Google, passando a ser mantido posteriormente pela Open Handset Alliance, o Android é um sistema operacional baseado no kernel Linux, permite que qualquer programador desenvolva uma aplicação em java, por exemplo, e controle o dispositivo através de bibliotecas desenvolvidas pela Google.
Apenas recentemente o Android vem ganhando realmente mercado em smartphones e aparelhos genéricos, os famosos xing-lings ou MPx da vida.
E você? Pensava em testar este tal Android mas não pretendia comprar um smartphone para tal? O Google pensou em você e desenvolveu um emulador SDK para que você possa rodar o Android em sua máquina.
Aqui estarei descrevendo o procedimento para instalação no Linux, porém não possui muita diferença e o processo pode ser facilmente adaptado no caso de usuários do OS X ou Windows.
Antes de mais nada preciso informar que ele possui como requisito básico o Java. Se você não possui java instalado em sua máquina, esta é a hora de o instalar.
Para começar, precisamos baixar o emulador SDK disponibilizado pelo google no link: http://developer.android.com/sdk/index.html
No meu caso, estarei trabalhando em cima da versão para Linux.
O arquivo baixado está compactado com a extensão .tgz e pode ser descompactado com o comando a seguir:
Ele irá descompactar a pasta android-sdk-linux_86. Entre no diretório e repare que existe um sub-diretório chamado tools dentro dele. Você precisará rodar o executável android que se encontra lá.
[kalib@tuxcaverna tools]$ ./android
A tela a seguir lhe será apresentada.
Agora precisamos instalar o Android em si, portanto vamos começar vendo a lista de aplicativos disponíveis para instalação.
Repare que na lateral esquerda existem 5 abas. Vamos trabalhar por enquanto na aba Available Packages. Ao clicar nela, a seguinte tela lhe será apresentada:
Clique na seta que se encontra ao lado da opção https://dl-ssl.google.com/android/repository/repository.xml
Lhe será exibida uma lista de aplicativos disponíveis para instalação, conforme imagem:
No meu caso, vou selecionar apenas a versão 2.2 do Android. Mas, sinta-se livre para selecionar e instalar outras que estejam disponibilizadas.
Uma vez que eu tenha selecionado a box do SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, basta clicar em Install Selected.
Ele me apresenta uma janela de confirmação. Basta clicar em Accept e em seguida em Install.
Será iniciado o download da(s) aplicação(ões) selecionada(s), conforme imagem abaixo.
Ao concluir o download, a tela ficará aguardando que você clique em Close, como na imagem a seguir:
Após isto, podemos ir para a aba Installed Packages. Lá veremos a lista do que instalamos. No meu caso, apenas o SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, como na imagem a seguir:
Agora vamos criar o dispositivo virtual. Clique na primeira aba, Virtual Devices, e em seguida clique no botão New…
Lhe será apresentada uma tela pedindo as seguintes informações:
Name: (Nome que deseja dar para este dispositivo virtual)
Target: (Você deve apontar para a API desejada. No meu caso, apontei para o Android 2.2 que instalei)
SD Card: (Aqui você define o tamanho que deseja para o arquivo que será o dispositivo virtual)
Skin: (Nesta opção você poderá definir a resolução que deseja utilizar ou tamaho de tela)
Hardware: (Opções para abstração ou comunicação com o seu hardware)
Pode preencher de forma parecida com o que eu fiz na imagem a seguir:
Feito isto, clicamos em Create AVD.
Bingo, seu dispositivo foi criado e está pronto para uso.
Basta clicar em cima dele e em seguida pressionar o botão Start…
E o resultado? Nosso Android dando o seu primeiro boot.
Vejamos o menu de principal…
Que tal testar o browser? Sim, pode testar. Ele já está conectado na internet, caso, obviamente, a sua máquina (hospedeira) esteja conectada. Eles já se comunicam por bridge.
Não é que funciona mesmo?!
Abraços!
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